Pois só o amor de Jesus Cristo tem a Capacidade de dar Tudo que Você precisa para Ser Feliz!!
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quarta-feira, 18 de abril de 2018
PÁSCOA
PORQUE COMEMORAR ALGO QUE NÃO SE ENTENDE?
A PÁSCOA ERA PARA SER COMEMORADA PELOS JUDEUS, QUE FORAM LIBERTOS DA ESCRAVIDÃO DO EGITO.
O CORDEIRO NO AT, REPRESENTANDO O SENHOR JESUS PARA NÓS HOJE.
MAS PORQUE COMEMORAR A PÁSCOA NUMA DATA QUE FOI DECLARADA NO CONCÍLIO FEITO POR CONSTANTINO, UMA VEZ QUE A VERDADEIRA IGREJA DE JESUS CRISTO É AQUELA QUE NASCE NA SUA MORTE.
QUEM DEVE COMEMORAR A MORTE DE JESUS, SÃO AQUELES QUE JÁ MORRERAM PARA O MUNDO CRUCIFICANDO SUA VELHA CRIATURA COM CRISTO.
AGORA RESSUCITADOS COM ELE, VIVEM EM NOVIDADE DE VIDA.
POR OCASIÃO DA ÚLTIMA CEIA, O ENSINAMENTO DELE É :
TODAS AS VEZES QUE COMERDES DESTE PÃO E BEBERDES DESTE CÁLICE, ANUNCIAI A MINHA MORTE ATÉ QUE VENHA.
COMO COMEMORAR ALGO QUE NÃO SE VIVE?
OS NASCIDOS DA PALAVRA E DO ESPÍRITO COMPREENDEM O SIGNIFICADO DA SUA MORTE, POR ISSO CELEBRAM, NÃO SÓ NUM DIA, MAS TODAS AS VEZES QUE PARTICIPAM DA SANTA CEIA DO SENHOR.
QUE O ESPÍRITO SANTO TE REVELE A VERDADEIRA PÁSCOA BÍBLICA.
NASCER EM CRISTO É A VERDADEIRA PÁSCOA (PASSAGEM) DE UMA VELHA NATUREZA PECAMINOSA (ADÂMICA) PARA UMA NOVA VIDA CRISTOCÊNTRICA.
NÃO É SEGUIR O QUE TODO O MUNDO SEGUE SEM COMPREENDER SEU SIGNIFICADO.
JESUS ESTÁ VOLTANDO E HORA DE VIVER NA VERDADE.
Bom dia e a paz do Senhor!
Pr Alberto
[10:13, 30/3/2018] Betinho Pr: Mensagem para nós Cristãos, cuidado para não enviar a pessoas que interpretam a Páscoa católica.
[10:13, 30/3/2018] Betinho Pr: NÃO SE DEIXE LEVAR PELOS COSTUMES,
CUIDADO COM AS COMEMORAÇÕES PAGÃS.
De fato, para entender o
significado da Páscoa cristã, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar dos antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa.
Ostera (ou Ostara) é a Deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Persephone. Na mitologia romana, é Ceres.
Estes antigos povos pagãos comemoravam a chegada da primavera decorando ovos. O próprio costume de decorá-los para dar de presente na Páscoa surgiu na Inglaterra, no século X, durante o reinado de Eduardo I (900-924), o qual tinha o hábito de banhar ovos em ouro e ofertá-los para os seus amigos e aliados.
Por que o ovo de Páscoa?
O ovo é um destes símbolos que praticamente explica-se por si mesmo. Ele contém o germe, o fruto da vida, que representa o nascimento, o renascimento, a renovação e a criação cíclica. De um modo simples, podemos dizer que é o símbolo da vida.
Os celtas, gregos, egípcios, fenícios, chineses e muitas outras civilizações acreditavam que o mundo havia nascido de um ovo. Na maioria das tradições, este “ovo cósmico” aparece depois de um período de caos.
Na Índia, por exemplo, acredita-se que uma gansa de nome Hamsa(um espírito considerado o “Sopro divino”), chocou o ovo cósmico na superfície de águas primordiais e, daí, dividido em duas partes, o ovo deu origem ao Céu e a Terra – simbolicamente é possível ver o Céu como a parte leve do ovo, a clara, e a Terra como outra mais densa, a gema.
O mito do ovo cósmico aparece também nas tradições chinesas. Antes do surgimento do mundo, quando tudo ainda era caos, um ovo semelhante ao de galinha se abriu e, de seus elementos pesados, surgiu a Terra (Yin) e, de sua parte leve e pura, nasceu o céu (Yang).
Para os celtas, o ovo cósmico é assimilado a um ovo de serpente. Para eles, o ovo contém a representação do Universo: a gema representa o globo terrestre, a clara o firmamento e a atmosfera, a casca equivale à esfera celeste e aos astros.
Na tradição cristã, o ovo aparece como uma renovação periódica da natureza. Trata-se do mito da criação cíclica. Em muitos países europeus, ainda hoje há a crença de que comer ovos no Domingo de Páscoa traz saúde e sorte durante todo o resto do ano. E mais: um ovo posto na sexta-feira santa afasta as doenças.
Por que o Coelho de Páscoa?
Coelhos não colocam ovos, isto é fato! A tradição do Coelho da Páscoa foi trazida à América por imigrantes alemães em meados de 1700. O coelhinho visitava as crianças, escondendo os ovos coloridos que elas teriam de encontrar na manhã de Páscoa.
Uma outra lenda conta que uma mulher pobre coloriu alguns ovos e os escondeu em um ninho para dá-los a seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças descobriram o ninho, um grande coelho passou correndo. Espalhou-se então a história de que o coelho é que trouxe os ovos. A mais pura verdade, alguém duvida?
No antigo Egito, o coelho simbolizava o nascimento e a nova vida. Alguns povos da Antigüidade o consideravam o símbolo da Lua. É possível que ele se tenha tornado símbolo pascal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
Mas o certo mesmo é que a origem da imagem do coelho na Páscoa está na fertililidade que os coelhos possuem. Geram grandes ninhadas! Assim, os coelhos são vistos como símbolos de renovação e início de uma nova vida. Em união com o mito dos Ovos de Páscoa, o Coelho da Páscoa representa a renovação de uma vida que trará boas novas e novos e melhores dias, segundo as tradições.
Outros símbolos da Páscoa
O cordeiro é um dos principais símbolos de Jesus Cristo, já que é considerado como tendo sido um sacrifício em favor do seu rebanho. Segundo o Novo Testamento, Jesus Cristo é “sacrificado” durante a Páscoa (judaica, obviamente). Isso pode ser visto como uma profecia de João Batista, no Evangelho segundo João no capítulo 1, versículo 29: “Eis o Cordeiro de Deus, Aquele que tira o pecado do mundo”.
Paulo de Tarso (na primeira epístola a Coríntio no capítulo 5, versículo 7) diz: “Purificai-vos do velho fermento, para que sejais massa nova, porque sois pães ázimos, porquanto Cristo, nossa Páscoa, foi imolado.
A Cruz também é tida como um símbolo pascal. Ela mistifica todo o significado da Páscoa, na ressurreição e também no sofrimento de Jesus. No Concílio de Nicea em 325 d.C, Constantino decretou a cruz como símbolo oficial do cristianismo. Então, ela não somente é um símbolo da Páscoa, mas o símbolo primordial da fé católica.
Por que a Páscoa nunca cai no mesmo dia todos os anos?
O dia da Páscoa é o primeiro domingo depois da Lua Cheia que ocorre no dia ou depois de 21 março (a data do equinócio). Entretanto, a data da Lua Cheia não é a real, mas a definida nas Tabelas Eclesiásticas. (A igreja, para obter consistência na data da Páscoa decidiu, no Concílio de Nicea em 325 d.C, definir a Páscoa relacionada a uma Lua imaginária – conhecida como a “lua eclesiástica”).
A Sunamita e seu filho, os sonhos de Deus Nâo Morrem
Uma das histórias mais comoventes da bíblia é esta sobre a Sunamita.
Uma mulher de nome desconhecido, mas que o seu testemunho de vida atravessou milênios, em um verdadeiro exemplo de fé.
Ela lutou pelo seu sonho, não deixou morrer a esperança, passou momentos difíceis, mas confiou em Deus e não se decepcionou.
A história da Sunamita ocorreu aproximadamente entre 874 - 782 antes de Cristo, época em que apareceu no reino do norte de Israel o profeta Eliseu, que foi discípulo de Elias.
O nome pelo qual ficou conhecida vinha da cidade de Suném, que traduzido significa [declive], pois Suném estava localizada em uma elevação de terras a cinco quilômetros ao norte do vale de Jezreel.
Rodeada por cactos e pomares, logo a sua frente estava o monte Carmelo, onde Elias lutou com os quatrocentos profetas de baal. Bem próximo ao sul, podia se ver o caminho inclinado que levava ao monte Gilboa.
De Suném se contemplava toda a planície de Jezreel, uma rica área agrícola. Muitos fazendeiros moravam no vale de Jezreel.
O solo fértil favorecia o crescimento dos grãos, proporcionando grandes colheitas, o que acentuava o contraste entre a fertilidade do local, com a infertilidade que sofria a Sunamita.
Este vale havia sido palco da batalha entre os filisteus e os exércitos do rei Saul.
O Ministério de Eliseu
E o profeta Eliseu exercendo seu ministério, saía frequentemente de sua casa em Samaria e percorria cerca de 56 quilômetros para chegar ao monte Carmelo, local de seu retiro espiritual, onde se dedicava a oração, buscando a orientação de Deus.
Era uma viagem longa e cansativa, consumia muito as energias de Eliseu e seu moço, Geazi. Eliseu e Geazi, entretanto, para chegarem ao Carmelo (525m de altura), sempre passavam por Suném. E a Sunamita certamente observava ainda de longe, o profeta e seu discípulo, que estavam constantemente em peregrinação por aquelas terras, para buscar a Deus.
O interessante é que a Sunamita enxergou algo que toda uma cidade deveria ter visto, mas não viu. Suném era uma cidade próspera em que seus habitantes poderiam ter facilmente oferecido alimento e abrigo para um homem que estava a serviço de Deus em benefício de toda uma nação.
"Sucedeu também um dia que, indo Eliseu a Suném, havia ali uma mulher importante, a qual o reteve para comer pão; e sucedeu que todas as vezes que passava por ali entrava para comer pão."
2 Reis 4:8
"E ela disse a seu marido: Eis que tenho observado que este que sempre passa por nós é um santo homem de Deus." 2 Reis 4:9
E a Sunamita tem esse discernimento espiritual.
A sua atitude de ajudar o profeta Eliseu e Geazi refletia o zelo e o amor a Deus, que ela possuía em seu coração. Ela era uma mulher bondosa e hospitaleira. E as escrituras mostram que no passado, pela hospitalidade, os servos do Senhor haviam hospedado anjos, sem saber.
E ela pensava que ter o homem de Deus em sua casa representava uma oportunidade de um maior contato com o espiritual. Pra ela, fazer o bem ao homem de Deus era como se estivesse honrando ao próprio Deus.
Então, a Sunamita em uma atitude de amor para com Deus e o seu profeta Eliseu, pede a seu marido que construísse um quarto na parte superior da sua casa, onde poderia abrigar Eliseu.
O acesso ao piso superior da casa era feito por uma escada pelo lado de fora do imóvel.
E o cômodo de cima era muito mais fresco e ventilado, e oferecia um melhor isolamento do barulho e sons que vinham da rua. Eliseu não seria incomodado e teria mais privacidade para buscar a Deus em suas orações.
"Façamos-lhe, pois, um pequeno quarto junto ao muro, e ali lhe ponhamos uma cama, uma mesa, uma cadeira e um candeeiro; e há de ser que, vindo ele a nós, para ali se recolherá."
2 Reis 4:10
Ela pôs os seus bens à serviço do Senhor, pois para a Sunamita as coisas espirituais eram de grande valor, importavam mais do que as materiais.
E Eliseu vendo a sua dedicação, lhe faz uma última prova de fé. Oferece recompensas materiais ou honras sociais.
Parece aqui muito com a mesma prova que Jesus direcionou ao cego Bartimeu em Jericó.
"Então Jesus, parando, mandou que lho trouxessem; e, chegando ele, perguntou-lhe, Dizendo: Que queres que te faça? E ele disse: Senhor, que eu veja."
Lucas 18:40-41
Eliseu ouve o sábio conselho de Geazi que lhe informou que a Sunamita não tinha filhos, um antigo sonho dela, que desejou tanto, imaginou as roupinhas do bebê, podia até ver uma linda criança correndo pelos corredores da casa.
Mas era apenas um sonho, esquecido, relegado ao passado.
Mas Deus contemplava a sua generosidade e a sua hospitalidade, a dedicação em servir ao Senhor através da ajuda que oferecia ao seu servo Eliseu. E esta atitude de amor para com o homem de Deus, gerou uma promessa, que ela mal podia acreditar; a Sunamita nunca esperou tamanha benção.
E dentro de um ano a promessa de Deus se cumpriu, porque amor gera vida, paz e alegria.
Ela concebeu e deu à luz um lindo e abençoado menino, filho da promessa, tal qual foi Isaque para Abraão e Sara.
Agora aquele lar frio se enchia do calor do sorriso de uma criança. Uma família completa e feliz. Em Israel, um filho era considerado a maior benção e alegria que um pai e uma mãe poderiam alcançar.
A mulher que não tinha filhos ficava profundamente envergonhada na sociedade.
E a lei judaica dava ao marido direito de se divorciar, caso a sua esposa não pudesse lhe dar um descendente que levaria o seu nome adiante. Mas tudo isso agora estava superado pois, Deus havia lhe dado o presente perfeito, o presente que ela realmente precisava.
Este foi o sonho que a Sunamita escolheu para sonhar, um lar simples, mas feliz, uma família debaixo das bençãos de Deus.
E o menino crescia nos caminhos do Senhor. Toda vez que ela olhava para seu filho, se lembrava da promessa de Deus se cumprindo na sua vida. Era lindo!
"E concebeu a mulher, e deu à luz um filho, no tempo determinado, no ano seguinte, segundo Eliseu lhe dissera."
2 Reis 4:17
E o seu filho era uma benção. Ensinado na Lei do Senhor, obediente, ajudava ao seu pai no trabalho.
Certamente na ansiedade de querer retribuir todo o amor e o carinho recebido de seus pais, este menino trabalha duro se expondo muito ao sol, mas ele ainda não tinha um preparo físico adequado, não estava acostumado ao trabalho árduo.
O sol de verão é muito forte naquela região, faz muito calor. Muitos estudiosos acreditam que o filho da Sunamita tenha sofrido de insolação, que dependendo da intensidade da exposição ao calor, pode levar à morte, principalmente em jovens e idosos.
"E, crescendo o filho, sucedeu que um dia saiu para ter com seu pai, que estava com os segadores, E disse a seu pai: Ai, a minha cabeça! Ai, a minha cabeça! Então disse a um moço: Leva-o à sua mãe." 2 Reis 4:18-19
E o menino é levado à sua mãe. Depois de algum tempo ele vem a falecer. Momentos terríveis passou aquela mulher, era o vale da sombra da morte. Ver seu único filho, quem ela amamentou com tanto zelo, muitas vezes acordando no meio da noite.
Ela deu amor, deu carinho, ensinou as primeiras palavras, os primeiros passos.
E ele estava ali, nos seus joelhos, ela podia sentir a sua vidinha pouco a pouco se esvaindo, sem poder fazer nada. Eu particularmente não posso nem imaginar a dor que seja passar por uma situação como essa.
E a Sunamita olha para o seu filho, o seu sonho de ter uma família, agora frio, gelado, morto em seu colo...
Mas se estava passando pelo vale da sombra da morte, ela não temeu.
Ela não aceitou a morte do seu sonho! Tomando-o em seus braços, o põe carinhosamente na cama do profeta Eliseu, e parte para um duro embate, um caminho longo, uma jornada de 24 quilômetros na estrada que subia até o monte Carmelo, para recuperar a vida de seu filho, fruto da promessa de Deus.
Ao longe ela responde ao profeta com palavras que demonstravam a sua certeza, a fé de que a vida do seu filho seria restaurada. A frase "vai tudo bem", faz me lembrar da resposta de Abraão ao seu filho Isaque, quando este iria oferecê-lo em sacrifício a Deus.
"E disse Abraão: Deus proverá para si o cordeiro para o holocausto, meu filho. Assim caminharam ambos juntos."
Gênesis 22:8
Ao chegar diante de Eliseu, ela se prostra com o coração quebrantado. E Eliseu sendo um homem poderoso em palavras e obras, nos deixa também uma lição de humildade aqui. Ao invés de tentar "dar uma de advinho", ele reconhece que Deus não havia lhe revelado o que estava acontecendo naquele momento.
"Chegando ela, pois, ao homem de Deus, ao monte, pegou nos seus pés; mas chegou Geazi para retirá-la; disse porém o homem de Deus: Deixa-a, porque a sua alma está triste de amargura, e o SENHOR me encobriu, e não me manifestou."
2 Reis 4:27
Eliseu então manda o seu discípulo Geazi por o seu bordão sobre o rosto do menino morto. Mas há tarefas que não são para Geazi realizar.
Certas coisas exigem a presença do homem de Deus. A Sunamita sabia disso, e luta por seu filho, insistindo com o profeta que não o deixaria enquanto ele não fosse com ela.
Eliseu vendo a disposição e a fé dela, levanta-se e a acompanha. Geazi que foi na frente deles, volta com notícias não muito boas, o bordão não funcionou.
Algo parecido havia acontecido também com Jairo, quando buscava pela ajuda de Jesus e os seus familiares chegaram dizendo que sua filha já estava morta, ao que o Mestre lhe deu a boa instrução: Crê somente.
O bordão de Eliseu não funcionou porque para se ressuscitar sonhos é preciso intercessão, súplicas e "calor humano". Eliseu teve que orar de portas fechadas, pois "ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente." Mateus 6:6.
É preciso insistência, "Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e encontrareis; batei, e abrir-se-vos-á." Mateus 7:7.
Eliseu após a oração, transmite "calor" ao jovem através do contato direto com o morto. Uma simbologia de que não podemos nos isolar daqueles que estão "mortos espiritualmente", necessitando da nossa ajuda.
Tal como Jesus, Eliseu não temeu a impureza cerimonial da Lei, mas voltou a deitar-se sobre o menino, aquecendo-o novamente e transmitindo-lhe vida. Muitas vezes é preciso agir de igual forma, abraçando com muito amor os pecadores, a quem desejamos ver "ressuscitados".
"E subiu à cama e deitou-se sobre o menino, e, pondo a sua boca sobre a boca dele, e os seus olhos sobre os olhos dele, e as suas mãos sobre as mãos dele, se estendeu sobre ele; e a carne do menino aqueceu."
2 Reis 4:34
A fé da Sunamita foi honrada, o sonho de Deus não morre, temos que ter fé. Ela humildemente agradece e entra para a história de Israel como uma mulher sábia e de fé.
Eu sei que há muita gente com os sonhos morrendo, gente que perdeu tanta coisa na vida, e chega até aqui sem nem saber como. Talvez o seu sonho esteja esquecido, no passado, você já nem se lembra mais o que é poder sonhar.
Quem sabe o seu sonho é ver aquela pessoa amada ou um familiar transformado, "ressuscitado" espiritualmente, liberto das drogas, dos vícios e do pecado. Mas você precisa tomar uma decisão hoje. Veja, a Sunamita decidiu firmemente que ela não aceitaria a morte da promessa de Deus na sua vida, e partiu num longo caminho até o profeta.
O caminho da restauração é longo e difícil.
O Primeiro passo da Sunamita foi a transformação dela mesma. Resolveu confiar em Deus e se dedicar ao amor quando ainda nem tinha a perspectiva de ter um filho.
Jesus sempre alertou aos seus discípulos que a maior arma que vence o mundo é o amor.
Resolva amar. Renuncie à violência, renuncie às discussões, renuncie aos desentendimentos. E tenha atitudes de amor, perdoe, abrace, transmita calor humano e vida.
E ore. Confie no Senhor JESUS, Ele renovará as suas forças
Sobre necromancia e a mulher de Endor
Devido às crenças de que as almas continuam vivendo em algum lugar no paraíso e que os mortos têm consciência, muitos acabam sendo vítimas de práticas que se dizem comunicar com os mortos. Todo um movimento chamado “espiritismo” que se dedica exatamente a esta prática. Deuteronômio 18:10-12 nos diz como o Senhor se sente sobre esta prática:
“Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos; Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao SENHOR.”
Necromancia é colocada na mesma categoria dos bruxos, adivinhos (coloque aqui a astrologia), aqueles que passam seus filhos pelo fogo como oferenda, agoureiros, feiticeiro, mágicos, aqueles que consultam os mortos, encantadores. Como o próprio Senhor deixa claro: “todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor.” Qualquer um que se sinta tentado a fazer contato com mortos ou pratica coisas similares (incluindo astrologia e cartomancia), esteja certo que ele pratica algo que o Senhor considera detestável e, por conseguinte, sofrerá as consequências. Ninguém que mantenha contato com espíritos malignos, que se abre às trevas, sairá desta sem consequências devastadoras. Mas, vejamos outras passagens sobre este assunto:
Levítico 19:31
“Não vos virareis para os adivinhadores e encantadores; não os busqueis, contaminando-vos com eles. Eu sou o SENHOR vosso Deus.”
Levítico 20:6
“Quando alguém se virar para os adivinhadores e encantadores, para se prostituir com eles, eu porei a minha face contra ele, e o extirparei do meio do seu povo.”
Levítico 20:27
"Quando, pois, algum homem ou mulher em si tiver um espírito de necromancia ou espírito de adivinhação, certamente morrerá; serão apedrejados; o seu sangue será sobre eles."
2 Reis 21:6 (falando sobre Rei Manasses)
“E até fez passar a seu filho pelo fogo, adivinhava pelas nuvens, era agoureiro e ordenou adivinhos e feiticeiros; e prosseguiu em fazer o que era mau aos olhos do SENHOR, para o provocar à ira.”
De acordo com a passagem acima, está claro, penso eu, que necromancia, invocação dos espíritos não seja algo inocente. É um pecado detestável. Por quê? Porque qualquer um que assim procede, especialmente invocação de espíritos malignos e ocultismo. Não há nada de inocente e real nisto. Eclesiastes 9:5-6 (e muitas outras passagens) nos diz claramente que:
“…mas os mortos não sabem coisa nenhuma, nem tampouco terão eles recompensa, mas a sua memória fica entregue ao esquecimento. Também o seu amor, o seu ódio, e a sua inveja já pereceram, e já não têm parte alguma para sempre, em coisa alguma do que se faz debaixo do sol.”
Ao contrário à crença popular que crê em “almas” dos mortos flutuando pelo céu e nos observando, e que eles têm conhecimento e às vezes influenciam em acontecimentos em nosso mundo, a Palavra de Deus é clara ao nos dizer que os mortos NÃO SABEM NADA! Imagine se a Igreja realmente ensinasse o que a Bíblia ensina em relação aos mortos, ou seja, que eles estão dormindo inconscientes, aguardando a ressurreição. O diabo teria menos terreno para enganar o povo, mesmos Cristãos, a terem contatos com o que supostamente chamam de espíritos dos mortos.
A mulher de Endor
No final da 1 Samuel encontramos um incidente de uma certa cartomante usada pelo rei Saul para predizer sobre sua batalha contra os Filisteus. O fato se encontra em 1 Samuel 28, na qual lemos:
1 Samuel 28:3-8
“E Samuel já estava morto, e todo o Israel o tinha chorado, e o tinha sepultado em Ramá, que era a sua cidade; e Saul tinha desterrado os adivinhos e os encantadores. E ajuntaram-se os filisteus, e vieram, e acamparam-se em Suném; e ajuntou Saul a todo o Israel, e se acamparam em Gilboa. E, vendo Saul o arraial dos filisteus, temeu, e estremeceu muito o seu coração. E perguntou Saul ao SENHOR, porém o SENHOR não lhe respondeu, nem por sonhos, nem por Urim, nem por profetas. Então disse Saul aos seus criados: Buscai-me uma mulher que tenha o espírito de feiticeira, para que vá a ela, e consulte por ela. E os seus criados lhe disseram: Eis que em Endor há uma mulher que tem o espírito de adivinhar."
Tão logo Saul teve dificuldades em ouvir a Deus ele buscou por uma médium, uma mulher com espírito maligno para fazer um trabalho para ele. Ele sabia que isto era abominável ao Senhor, por isso ele mesmo havia expulsado os médiuns (cartomantes) da terra. E ainda assim, ele está agora pronto a ir e fazer o que é detestável ao Senhor ao contatar uma médium. Poderia ele esperar que Deus respondesse-lhe fazendo algo que considera repugnante. Sigamos em frente:
1 Samuel 28: 8-14
“E Saul se disfarçou, e vestiu outras roupas, e foi ele com dois homens, e de noite chegaram à mulher; e disse: Peço-te que me adivinhes pelo espírito de feiticeira, e me faças subir a quem eu te disser. Então a mulher lhe disse: Eis aqui tu sabes o que Saul fez, como tem destruído da terra os adivinhos e os encantadores; por que, pois, me armas um laço à minha vida, para me fazeres morrer? Então Saul lhe jurou pelo SENHOR, dizendo: Vive o SENHOR, que nenhum mal te sobrevirá por isso. A mulher então lhe disse: A quem te farei subir? E disse ele: Faze-me subir a Samuel. Vendo, pois, a mulher a Samuel, gritou com alta voz, e falou a Saul, dizendo: Por que me tens enganado? Pois tu mesmo és Saul. E o rei lhe disse: Não temas; que é que vês? Então a mulher disse a Saul: Vejo deuses que sobem da terra. E lhe disse: Como é a sua figura? E disse ela: Vem subindo um homem ancião, e está envolto numa capa. Entendendo Saul que era Samuel, inclinou-se com o rosto em terra, e se prostrou.”
Vimos anteriormente que as cartomantes e demais que agem como elas são abominações, destetáveis ao Senhor. Essas mesmas práticas (necromancia, etc.) eram também feitas pelas nações que ali viviam antes de Israel. Necromancia não relação ALGUMA com o Senhor. Vimos também que os mortos não sabem nada e tampouco podem tomar parte em coisa alguma que acontecesse debaixo do sol. Lembrando que necromancia não é outra coisa senão o Diabo. Ele é o pai da mentira e não há verdade nele e no que ele faz. Foi portanto um espírito demoníaco fingindo ser Samuel quem apareceu a Saul e passou-lhe as informações que seu fim estava perto:
1 Samuel 28:15-20
“Samuel disse a Saul: Por que me inquietaste, fazendo-me subir? Então disse Saul: Mui angustiado estou, porque os filisteus guerreiam contra mim, e Deus se tem desviado de mim, e não me responde mais, nem pelo ministério dos profetas, nem por sonhos; por isso te chamei a ti, para que me faças saber o que hei de fazer. Então disse Samuel: Por que, pois, me perguntas a mim, visto que o SENHOR te tem desamparado, e se tem feito teu inimigo? Porque o SENHOR tem feito para contigo como pela minha boca te disse, e o SENHOR tem rasgado o reino da tua mão, e o tem dado ao teu próximo, a Davi. Como tu não deste ouvidos à voz do SENHOR, e não executaste o fervor da sua ira contra Amaleque, por isso o SENHOR te fez hoje isto. E o SENHOR entregará também a Israel contigo na mão dos filisteus, e amanhã tu e teus filhos estareis comigo; e o arraial de Israel o SENHOR entregará na mão dos filisteus. E imediatamente Saul caiu estendido por terra, e grandemente temeu por causa daquelas palavras de Samuel; e não houve força nele; porque não tinha comido pão todo aquele dia e toda aquela noite.”
O que a médium disse a Saul de fato veio a acontecer. Por isso muitos afirmam que foi realmente o morto Samuel que disse essas coisas profetizando a Saul. Todavia, isto não pode ser verdade, a menos que estejamos prontos a assumir que os mortos estão vivos e conhecem informações (uma vez que Eclesiastes não deixa dúvida que eles não tem conhecimento), como também estão disponíveis para responder ao povo que fazem estas coisas destetáveis ao Senhor, ou seja, estamos dispostos a assumir que o diabo e seus servos são capazes de trazer pessoas mortas, inclusive grandes servos de Deus como Samuel e faze-los profetizar! É óbvio que tal suposição é simples loucura. Eles não poderiam fazer isto! Mas e a informação? Onde o espírito maligno conseguiu o que “parece” ser a “informação” correta? Não sabemos de fato, mas o que o diabo disse teve efeitos devastador em Saul. Poderia ser que sua fala tenha se tornado o cumprimento de uma auto profecia trazida pelo próprio Saul a ponto de uma derrota total? O diabo sabia seguramente os pontos negativos do acampamento israelita, que provavelmente estavam temerosos, prontos para fugirem ante seus inimigos. Em 1 Samuel 28:5 veremos o quão aterrorizado Saul ficou quando viu o exército dos Filisteus que poderia ser um indicativo de como se sentia o povo Israelita. O texto afirma que Saul, o rei, ficou ainda mais aterrorizado. Esses dois fatos juntos poderiam ser uma receita para uma completa derrota. O que podemos saber com certeza, então, é que qualquer um que consulte “os mortos” não está de fato invocando um morto. Ao contrário, ele está invocando espíritos malignos, que fingem ser um morto com todas as terríveis consequências que isto traz, ainda mais sabendo que com essa atitude estará fazendo algo totalmente desagradável ao Senhor. De maneira semelhante, Saul aquele dia não falou com o “espírito” de Samuel, mas com um espírito maligno que se disfarçou de Samuel.
terça-feira, 17 de abril de 2018
sexta-feira, 30 de março de 2018
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Reflexão
Salmos 55:22 Confia os teus cuidados ao Senhor, e ele te susterá; jamais permitirá que o justo seja abalado
Salmos, 27:14 - Espera pelo Senhor, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo Senhor.
Romanos 8:38-39 Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
Jesus é tudo, e nós sem Ele não somos nada.
Salmos, 27:14 - Espera pelo Senhor, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo Senhor.
Romanos 8:38-39 Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.
Jesus é tudo, e nós sem Ele não somos nada.
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